Para o vigésimo número das reflexões, segue uma pequena passagem de Brecht 
que é, creio, tão sintética quanto interessante:

"Procuro por toda parte formas novas e faço experiências com os meus 
sentimentos, como os mais jovens. Mas depois volto sempre à essência da 
arte, que é simplicidade, grandeza e sensibilidade, e à essência de sua 
forma, que é frieza."


 



 

Bertolt Brecht (1898-1956)

Na próxima reflexão:
Lope de Vega

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